sexta-feira, 24 de junho de 2011

Era de noite, já passavam das 23.
(...) Ele estava virado de costas para o mar, e ela em frente a ele, com as mãos sobre os seus ombros. Ele susurra-lhe ao ouvido:  já viste a confiança que tenho em ti? Ela responde: porque estás a dizer isso? Ele: dizem que nunca se deve estar virado de costas para o mar. Ela manteve-se em silêncio, abraçou-o com força e deu-lhe um suave beijo.

(verídico e fácil de perceber)

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