sexta-feira, 1 de julho de 2011

nunca me deixes

« A noite era calma, a chuva era intensa, uma fartasana mas isso é sem ofensa, sou eu e ela naquele fartote, amor, prazer e eu mostrava o meu forte. Com muita calma, com muito amor, ela na minha alma e eu gritando por favor.
Nunca me deixes, preciso de ti, o amor é uma loucura e tu precisas de mim, em qualquer altura em qualquer lugar, sinto a tua presença até no meu olhar.
Meu amor, minha dor, meu prazer, meu terror, razão de toda a fé e desgraça no criador. Tarde de verão, noite de inverno, brisa de paraíso ou chama de inferno. És como dois em um, versão concentrada, para a minha razão, angustia da serenata, sempre ao meu lado, sempre longe de mim, sempre mais que suficiente, sempre assim assim (...) Nunca me deixes preciso de ti, o amor é uma loucura e tu precisas de mim, em qualquer altura em qualquer lugar, sinto a tua presença até no meu olhar (...) »

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